Você já sentiu que, após um dia exaustivo de trabalho, a sua vontade de tomar decisões financeiras despenca? Isso não é preguiça. É um fenômeno chamado “fadiga de decisão”. Para o dono de empresa, que toma centenas de microdecisões por dia, o esgotamento mental é o maior inimigo do financeiro.
Quando você está cansado e sob pressão, a sua capacidade de avaliar riscos diminui. É exatamente nesse momento que você acaba “beliscando” o caixa da empresa para resolver um problema pessoal ou faz uma compra impulsiva de equipamentos que não precisava agora.
A armadilha do “caixa eletrônico”
O empresário que não tem controle emocional encara a empresa como um caixa eletrônico pessoal. O problema é que, ao tratar o negócio dessa forma, você retira o oxigênio necessário para o crescimento. O dinheiro que deveria ser reinvestido no seu marketing, na sua equipe ou na sua precificação acaba indo para despesas correntes, simplesmente porque você não conseguiu separar o “eu dono” do “eu pessoa física”.
O primeiro passo para o controle
Para evitar que o seu cansaço destrua o seu lucro, você precisa de um sistema. A inteligência emocional financeira não significa deixar de sentir, significa criar barreiras que protejam a empresa de você mesmo.
Se você ainda confunde o que é da empresa e o que é seu, o primeiro movimento de inteligência emocional é a organização técnica. Por isso, recomendo fortemente que você leia meu guia sobre [Como separar suas contas PJ e CPF] . Quando você cria essa separação, você tira o peso da decisão de “onde tirar o dinheiro” da sua cabeça e deixa o processo no automático.
Gestão é sobre disciplina, não inspiração
Um gestor de alto nível sabe que a vontade de gastar vai existir. A diferença é que ele não confia na sua vontade; ele confia nos seus processos. Se você quer parar de sacrificar a saúde do seu negócio por decisões impulsivas, é hora de profissionalizar a sua gestão. Me chama que eu te ajudo!
